Assim como os dois anteriores, já sob a batuta de Yates, este continua na pegada sombria (inclusive na fotografia e na trilha sonora) e a morte está em toda a parte, a partir do título. Da primeira cena, quando um desafeto de Voldemort (Ralph Fiennes) é morto sem piedade, até as baixas de guerra que vão acontecendo no meio do caminho, levando personagens de maior ou menor peso - até uma morte perto do final que deixará muitos na plateia tristes -, o sentimento de perda é uma constante. Sim, os personagens estão numa guerra de feiticeiros, com um lado querendo o poder supremo e o outro lutando para anulá-lo. E, como em toda guerra, baixas são inevitáveis. É uma grande caçada de Voldemort a Potter.
Agora, Voldemort está cada vez mais poderoso e, inclusive, ganhou o controle do Ministério da Magia de Hogwarts. Já Harry, Weasley e Hermione, após receberem uma herança deixada por Dumbledore, decidem finalizar um trabalho iniciado por este antes de morrer, que era o de achar e destruir as Horcruxes (quatro, no total), um dos únicos meios de derrotar o Lorde das Trevas. Contudo, esta missão será bem mais árdua do que o trio supunha, o que até abalará momentaneamente a amizade entre eles. E, como todo filme divido em dois, este termina com uma cena crucial. O que acontecerá? Agora, só na segunda parte, em julho de 2011.
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