sábado, 13 de novembro de 2010

ADOREI ESTA FANTASIA



QUANTAS PESSOAS CABEM EM UMA MOTO?

INTRUSOS NA CENA







































VIDA IMITA A ARTE



UMA CARTA NA MANGA

Vida e trajetória de Lula será narrada em história em quadrinhos


A história em quadrinhos, da editora Sarandi, será o primeiro número de uma coleção sobre personalidades que marcaram o Brasil e terá como título "Luiz Inácio Brasileiro da Silva".
As ilustrações percorrerão em 48 páginas os principais episódios da vida de Lula, desde sua infância na pequena Vargem Grande (atual Caetés), em Pernambuco, até o final de seu mandato presidencial.
A história começará na cúpula do G20 em Londres no ano passado, quando o presidente americano, Barack Obama, disse a Lula: "Este é meu homem", definindo-o como "o político mais popular do mundo".O episódio será o gancho para remeter às origens do líder, para depois narrar suas experiências como torneiro mecânico, a ascensão nos sindicatos e a fundação do PT, com o qual chegaria à chefia do Estado nas eleições de 2002.
O roteiro do livro é de Toni Rodrigues, autor de publicações infantis, e as ilustrações ficam por conta do argentino Rodolfo Zalla, renomado editor de histórias em quadrinhos dos anos 1980.
No final das 48 páginas, uma mensagem assinada pelo próprio Lula diz que sua história "representa os milhões de brasileiros anônimos que ainda não tiveram oportunidades".
A história em quadrinhos chegará às bancas nas próximas semanas com uma tiragem inicial de 37 mil exemplares, a R$ 4,95.

Nobel da Paz é libertada no Mianmar


A líder de oposiç

A líder de oposição à junta militar de Mianmar, Aung Suu Kyi, acena para os cerca de três mil apoiadores que estão do lado de fora de sua casa, após ter sido libertada de uma prisão domiciliar de 18 meses, em Yangonão à junta militar de Mianmar, Aung Suu Kyi, acena para os cerca de três mil apoiadores que estão 

Wikimedia Commons/EXAME.com
Manifestantes pedem libertação de Suu Kyi
Manifestantes pedem libertação de Suu Kyi no Reino Unido

Yangon - A ativista de movimentos pró-democracia em Mianmar Aung San Suu Kyi foi libertada neste sábado, após autoridades do país terem retirado policiais e barricadas de sua residência, permitindo que ela saudasse os seus correligionários após sete anos de prisão domiciliar.
Dos últimos 21 anos, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz passou os últimos 15 presa.
"Este é um tempo de calma e um tempo de diálogo. As pessoas devem trabalhar em harmonia. Só assim poderemos chegar ao nosso objetivo", afirmou Suu Kyi a uma multidão.
A última vez que a militante foi detida se deu em agosto, quando um tribunal interpretou que ela havia infringido uma lei que protege o Estado contra "elementos subversivos", ao permitir que um americano que invadiu a sua residência pudesse permanecer no local por duas noites.

População se reúne em frente à sede do LND (Liga Nacional pela Democracia), nesta sexta-feira (12), esperando a libertação de Suu Kyi Centenas de populares aglomeram-se na frente da sede do LND, lugar em que Suu Kyi é esperada assim que as autoridades de Mianmar a

Win Tin, um dos líd

Populares pró-Suu Kyi nas ruas de Yangun, aguardavam a libertação da líder desde de sexta-feira (12) eres da LND (Liga Nacional pela Democracia), c

B

Manifestantes vestem camisetas com a foto de Suu Kyi e a frase "Nós estamos com Aung San Suu Kyi". Centenas de pessoas foram às ruas nesta sexta-feira (12) aguardar a libertação da líder birmanesa Mais irmaneses que apoiam Suu Kyi seguram fotos e flores em frente à sede do LND (Liga Nacional pela Democracia), nesta sexta-feira (12)hega à sede do partido em Yangun, Mianmar, nesta sexta-feira (12), para esperar a

Senhor

Crianças

Aglomeração de repórteres e fotógrafos perto da casa onde Suu Kyi mora e ficou presa Mais Khin M seguram retratos da ativista presa Mais Khin Maung Win/APa segura f

Centenas de populares aglomeram-se na frente da sede do LND, lugar em que Suu Kyi é esperada assim que as autoridades de Mianmar a libertarem oto de Suu Kyi enquanto espera a libertação da ativista Mais Khin libertação de Aung San Suu Kyi libertarem
fonte UOL




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